Devo calçar-me com botas de aventura.
Encher a mochila de motivos
próprios, misturados de vestimenta
de adrenalina.
Abastecer os cantis com suculento
néctar de endorfinas.
Suar pelo rosto e peito, (quadris),
enxugando o líquido com
lenços de escritos consagrados.
Carimbar desenhos brilhantes
no passaporte da República Democrática da Felicidade.
Mobilizar-me durante o check-in da saúde.
Aconchegar-me nas poltronas da paciência.
Aliviar as tensões e inseguranças
com toalhas umedecidas no
bálsamo da arte.
Alimentar-se da prosa,
poesia e metáforas
visuais, auditivas e sensoriais.
Contar regressivamente
os números de realizações.
E embarcar, definitivamente, para a
Vida.
Gostei das poesias...Cheias de encanto. Até dá vontade de aventurar-me novamente nesse campo mágico e encantador! Abraço! (A. Dionísio)
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